Peço desculpas aos meus pífios e preciosos leitores por meus dois primeiros posts sobre a ilustre colega Rachel Sherazade. Eu devia de estar, como dizem por aí hexagonalmente enganada quanto à análise da jornalista.
Não, eu não fui paga por ela para fazer um novo post. Estou me retratando por que ela foi promovida nesta semana para tomar o lugar de Carlos Nascimento na rede nacional. Se isso aconteceu, eu só posso estar errada.
Padrão globo de jornalismo, pra quê? Prêmio Wladimir Herzog de Jornalismo em 1980? Quem se importa?
E aqui segue uma lista de coberturas irrelevantes de Nascimento e que não fazem a menor diferença na hora de escolher o âncora do jornal no SBT. (BTW, Sim. Eu apelei pro Wikipédia).
Morte de Tancredo, Impeachment de Collor, morte de Ayrton Senna, o Tetra em 94, posse de FHC, queda de um avião da TAM em 96, morte de Lady Di em 97, morte de Mário Covas, seqüestro de Silvio Santos em 2001, Torres gêmeas em 2001, posse de Lula, pra dizer as mais antigas..
Por que ter a frente um jornalista deste cacife, se eu posso contratar um famoso da net que causa?
Por favor, não me interpretem mal. Não to dizendo que ela não é boa jornalista. Longe de mim julgar um colega que certamente dá mais conta que eu. Minha bronca é com o resultado de um discurso infundado.
O mais estranho, é que as tiradas geniais e diárias do meu querido professor, Haisem Abaki, que chegam via newsletter sejam diariamente ignoradas, e a brisa de Rachel ganhe dimensão nacional.
Sorte dela que a revolta tenha gerado beem mais que uma discussão saudável : Aaah e o nome dela é com "ch", seus energúminos..
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